MÓDULO IV- HERPETOFAUNA

 

Técnicas de Levantamento, Monitoramento, Resgate e Destinação de Herpetofauna

Nas últimas décadas o estudo da Herpetofauna tem se tornado uma ferramenta cada vez mais importante para a avaliação de impactos causados pela implantação de diversos empreendimentos como: construção de Usinas Hidrelétricas, Usinas Termoelétricas, Estradas, Linhas de Transmissão, etc. Os anfíbios e répteis são considerados bons indicadores biológicos, mas a despeito dessa importância muitos inventários desses grupos têm sido utilizados apenas recentemente para a conservação de ambientes modificados pela ação humana. Enquanto os anfíbios se mostram bons indicadores para habitats úmidos ou associados à água, muitas espécies de répteis são valiosos indicadores de ambientes mais secos. Desse modo, a combinação destes grupos em inventários da fauna pode auxiliar na identificação de possíveis efeitos negativos decorrentes de empreendimentos, assim como propor as melhores ações mitigadoras para as áreas afetadas podendo minimizar a degradação de habitats naturais contidos no entorno do empreendimento.

Os tópicos abordados serão:

  1. Levantamento da Herpetofauna

1.1. Definição

1.2. Importância

1.2.1. O Papel  Biológico e Diversidade

1.3. Fluxograma do Levantamento

1.4. Critérios e procedimentos

1.4.1. Autorização para Captura, Coleta, Manipulação e Transporte

1.4.2. Protocolo de Biossegurança para Atividades de Campo

1.5. Fontes de Erros

1.6. Protocolo mínimo para levantamentos de Herpetofauna em Estudos de

       Impactos Ambientais

1.7. A escolha dos grupos de bio-indicadores

  1. Métodos de levantamento da Herpetofauna

2.1. Levantamentos Qualitativos (Descrição, unidade amostral e desenho amostral)

2.1.1. Procura Ativa Visual (Visual Encounter Survey)

2.1.2. Procura Ativa Auditiva

2.2. Levantamentos Quantitativos (Descrição, unidade amostral e desenho

       amostral)

2.2.1. Armadilhas de Interceptação e Queda (Pitfall Traps With Drifth-Fence)

2.3. Avaliação Ecológica Rápida (RAP)

2.4. Variáveis Ambientais

  1. Análises de riqueza e diversidade da Herpetofauna

3.1. Estimadores de Riqueza de Espécies

3.2. Índices de Diversidade de Espécies

3.2. Índices de Similaridades de Espécies

  1. Diagnóstico da Herpetofauna

4.1. Fases do Diagnóstico de Herpetofauna

4.1.1. Relação de espécies (Check list)

4.1.2. Categorias de Ameaças

4.2. Análises das Informações

4.2.1. Parâmetros de Riquezas em Espécies

4.2.2. Parâmetros de Diversidade em Espécies

4.2.3. Parâmetros de Similaridade em Espécies

4.2.4. Indicadores de Esforço Amostral

  1. Monitoramento da Herpetofauna

5.1. Monitoramento da Herpetofauna em Sub-Bosques

5.1.1. Protocolo de Levantamento dos grupos bio-indicadores

5.1.2. Monitoramento da Herpetofauna pelo Protocolo RAPELD

  1. Resgate ou salvamento da Herpetofauna

6.1. Resultado do levantamento ou monitoramento prévio.

6.2. Esforço de Resgate ou Salvamento da Fauna.

6.2.1. Métodos de Captura

6.2.2. Marcações e Registros

6.2.3. Métodos de Sacrifício

6.3. Triagem e seleção.

6.4. Destinação pretendida.

6.5. Procedimentos de transposição.

6.4. Critérios de Seleção de Áreas de Soltura – Relocação

  1. Destinação da Herpetofauna

7.1. Coleções Científicas

7.2. Coleções Didáticas

7.3. Centros de Reabilitações

7.4. Legislação Específica

  1. Elaboração de relatórios dos Resultados

8.1. Dados Primários x Dados Secundários.

8.2. Como apresentar os resultados de levantamento e monitoramento de fauna

       em  diferentes estudos requeridos pelo órgão licenciador.

8.3. Elaboração de Relatórios dos Resultados (lista de espécies, parâmetros de

       riqueza e abundância das espécies levantadas/monitoradas, índices de

       eficiência amostral e de diversidade, por fisionomia ou habitat e grupo

       monitorado, contemplando sazonalidade em cada unidade amostral e

       demais  parâmetros estatísticos pertinentes; discussão e conclusão dos

       impactos  gerados pelo empreendimento na fauna, observando a

       comparação entre áreas interferidas e áreas controles; proposição de

       medidas mitigadoras para os impactos detectados pelo monitoramento

       faunístico.